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Posts Tagged ‘Flex’

Palestra no Flexmania.com.br #soudev

July 8th, 2010 Ved 11 comments

Link para os slides: http://www.slideshare.net/vedovelli/flex-mania-vedovelli

E aos que não tiveram suas perguntas respondidas durante a palestra, por favor, vamos debater por comentários.

Um abraço e obrigado por ter assistido!

O Pub onde estarei comemorando o aniversário é o O’Malley’s (www.omalleysbar.net). Hoje, 08/07/1974 a partir das 20h. Procure o gordinho com camiseta da Holanda! =D

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Agora as coisas estão se definindo #flash #html #soudev

June 19th, 2010 Ved 6 comments
@osmarWeb perguntou no Twitter: @vedovelli o que você acha do Sencha, é um bom competidor para o Flex?

Antes que eu possa responder, é recomendado que se leia um post sério que explica bem quem é quem nesse novo buzz chamado “HTML5″ (muita gente fala sem saber e acaba aumentando a história). A HTML5 Primer for the Overwhelmed.

Minha resposta é: definitamente sim. O Sencha é um concorrente direto do Flex, sendo até mais completo em muitos aspectos.

No primeiro semestre de 2007, quando eu procurava uma boa solução para minhas interfaces em AJAX, por sugestão de uma amiga me deparei com a YUI-EXT, uma suite de componentes cutting edge que era construída em cima da biblioteca YUI, do Yahoo!. Na época encontrei muita dificuldade em aprender a utiliza-la, pois meus skills em OOP eram menos do que escassos e, por se tratar de uma iniciativa independente de Jack Slocum, a YUI-EXT não possuia muitos exemplos de uso, sendo sua documentação muito técnica.

Nesta mesma época, conheci o Flex e fiquei encantado com o universo que o cercava: resultado visual excelente, uma excelente IDE (Flex Builder, na época), facilidade de uso, farta documentação e comunidade vibrante. Não precisei de pensar duas vezes antes de esquecer completamente a YUI-EXT para adotar (e adorar) o Flex.

O resto da minha história com o Flex todos estão carecas de saber.

O tempo passou, outras bibliotecas JavaScript surgiram no mercado (JQuery, MooTools, Scriptaculous entre outras), tendo progredido em qualidade rapidamente. Mas enquanto as novas bibliotecas seguiam a linha de ferramentas utilitárias, a YUI-EXT cresceu como uma suite de componentes para interface de usuário (o que é o Flex), tendo se desvencilhado da dependência da YUI e passando a funcionar também sobre a JQuery. Por volta desta época, mudou seu nome para EXTJS. Sua adoção por grandes empresas foi maciça e atualmente a biblioteca (ou seria um framework?) é completamente independente, tendo o seu próprio core (não depende mais nem de YUI, nem de JQuery).

Apesar de tanta qualidade visual e quantidade de componentes de UI, seu licenciamento confuso e a falta de uma IDE me deixaram distante até o anúncio feito essa semana: nova mudança de nome, com a agregação à suite de duas novas bibliotecas: JQTouch e Raphaël. A primeira delas, como apenas um plugin para JQuery, já vinha fazendo nossa alegria na RIA Labs, onde a utilizamos para desenvolver a versão para iPhone do website de nosso cliente americano. A segunda eu não conhecia até então, mas ficamos encantados com o que ela oferece em termos de base para criação de componentes de data visualization.

Voltando ao Flex, o que ele tem de mais forte são os componentes de data visualization, como iLog Elixir e o FusionCharts., além dos próprios charts que o Flex oferece de forma nativa. É o que chama mais atenção e que tem mais utilidade no mercado corporativo (que é onde está o dinheiro). Faltava aos aspirantes a concorrente do Flex algo deste nível e essa lacuna ainda não foi preenchida, mas com a criação do Sencha, creio que em breve o Flex terá um forte concorrente. Explico porque.

Não é novidade para ninguém a briga de foice entre Apple e Adobe acerca do Flash Player em seus mais populares dispositivos: iPhone e iPad, que não possuem suporte à tecnologia. Mesmo a Adobe tendo se voltado para o Android, que é o OS concorrende direto  do iOS da Apple, é fato que não se pode ignorar o poder de penetração no mercado dos produtos Apple. E se o Flash Player está presente na grande maioria dos devices do mundo, os webstandards estão presentes em todos e nisso o Sencha já sai na frente, pois trabalha apenas com HTML/CSS/Javascript, a trinca webstandard.

Neste momento (junho de 2010), a adoção de uma tecnologia ou outra é apenas uma questão de preferência do desenvolvedor ou exigência do cliente e sequer penso em preferir Sencha em detrimento do Flex. Mas chegará um tempo em que um sistema deverá rodar em qualquer device e então, quem estiver mais preparado crescerá mais, seja tecnologia, seja desenvolvedor.

Em tempo: mesmo antes da mudança de nome, a EXTJs já possuia uma IDE, que apesar de parecer muito boa (vi apenas o screencast de apresentação), não chega perto do Flash Builder.

Tudo isso muito bonito, concorrência é bom para todos. Mas por enquanto, vale apenas para o mundo mobile. Veja abaixo porque.

Outro bom exemplo. Neste video são demonstradas as novas features para formulários, porém, preste atenção que o locutor fala quais os browsers já suportam essas features. Bem… nada bom, concordam?

Agora que vc viu os videos, leia este excelente post falando a respeito: http://www.sencha.com/blog/2010/06/11/html5-is-here-now-its-just-not-for-your-desktop-yet/

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Curso Básico de Programação, aula 3 #soudev

June 19th, 2010 Ved 4 comments

Bem, continuando com o curso que estou ministrando presencialmente para amigos leigos em programação, seguem os slides e a gravação da aula.

Curso Básico de Programação – Aula 3 from Fabio Vedovelli on Vimeo.

Curso Básico de Programação, aula 2 #soudev

June 7th, 2010 Ved 7 comments

Bem, continuando com o curso que estou ministrando presencialmente para amigos leigos em programação, seguem os slides e a gravação da aula e uma fotinho do grupo.

Curso Básico de Programação – Aula 2 from Fabio Vedovelli on Vimeo.

Ivan, Flavia e Ana Paula

Anuncio de vaga para Flexer e questionamento

March 24th, 2010 Ved 34 comments

Primeiro o questionamento: aonde estão os Flexers brasileiros?

No dia 10 de Março eu fiz um post anunciando uma vaga. Hoje, recebi por e-mail o feedback da pessoa que me solicitou anunciar e ela me disse que recebeu apenas 5 currículos. Apenas cinco! Bem, eu sei a visitação do meu blog e ela não é pequena. Sei que é muito procurado por pessoas dispostas a aprender Flex. O que me intriga é: as pessoas não estão se especializando? As pessoas não estão em busca de um emprego? Será que muitos começam a aprender mas poucos chegam a saber o suficiente para serem contratados? Bem… estou apenas divagando, mas isso é algo que me deixa preocupado, pois a galera do Brasil (vejam: escrevi com S) tem um potencial criativo muito grande, mas por vezes é preguiçosa.

Lá vai uma nova vaga. Espero que eles tenham mais sorte.

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Wizard para acessar dados no Flex4

March 23rd, 2010 Ved 3 comments

Bem, como ando sem tempo para gravar screencast e menos ainda para aprender as novas features do Flash Builder 4, vai um screencast gravado pelo mestre Christophe Coenraets. Mais do mesmo autor no YouTube.

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Entrevista com Mario Junior

March 22nd, 2010 Ved 8 comments

Ved: O que vc aprendeu antes: Java ou Flex?

Mario Junior: Java, mas logo depois foi o Flex.
Foi numa época de grandes mudanças para mim, onde sai do meu querido estado do Mato Grosso do Sul e fui trabalhar em uma grande empresa em Maringá-PR. Eu já tinha desenvolvido um software tributário com PHP/Ajax, e nessa empresa eu tinha que fazer algo semelhante, mas eles usavam Java então tive que aprender bem rápido porque já precisava produzir.

Bom, passado um breve tempo, logo no início de 2007 começamos a pesquisar sobre como melhorarmos a UI de nossas aplicações, que na época fazíamos com o trio-parada-dura (html/javascript/css) e um colega (e hoje grande amigo) Eduardo Danielli (@eduardorebola) comentou sobre uma nova ferramenta: Adobe Flex 2. Vou te confessar que na época achei meio estranho, mas depois de “brincar” acabei gostando da ferramenta =D

Ved: O fato da sintaxe do Actionscript3 ter sido fortemente inspirada no Java foi um facilitador para seu aprendizado do Flex?

Mario Junior: Sem dúvida! Facilitou muito, mas o que facilitou ainda mais foi a experiencia que eu tinha com Visual Basic (linguagem que eu usava antes do PHP, quando ainda desenvolvia apps para desktop). O conceito de eventos baseados nas ações do usuários (click, keyboard, etc) e o trabalho de janelas/popups eram bem parecidos, então eu já conseguia compreender alguns conceitos que normalmente confudem os programadores que entram no “mundo Flex”.

Ved: Você, antes de aprender o Flex, era um programador puro e simples? Ou seja: tinha pouca experiência em design de interfaces?

Mario Junior: Sim. Confesso que minhas apps nunca tiveram um apelo visual bom.
Só depois que conheci o Flex é que comecei a me preocupar com Usabilidades, Visual, Experiencia. Confesso ainda ter muito o que aprender e estou correndo atrás disso.

Ved: Se sim, no que o Flex lhe ajudou a melhorar sua visão de usabilidade e a relação entre o usuário e o sistema?

Mario Junior: User eXperience. O Adobe Flex me “abriu os olhos” em relação a isso. Isso é tão importante (senao mais ainda) do que a tecnologia/framework aplicado em um back-end. Ou seja, não adianta vc ter as melhores ferramentas numa aplicacão onde o usuário não tem prazer em usar, ou ainda, onde o usuário precisa de um manual de 80 páginas para saber como se cadastra uma informação. Se uma app não oferece uma boa experiência para o usuário, ele não vai gostar de usá-la e então você pode perder todo o trabalho que teve, incluindo os maravilhosos frameworks/ferramentas usadas no back-end que o usuário nem sequer sabia que existia =D

Ved: Florianópolis é atualmente um grande polo de empresas de tecnologia no Brasil. Vc consegue dizer o porque? Como enxerga as oportunidades para desenvolvedores Flex na cidade atualmente? Quais as habilidades mais exigidas (visualização de dados, RIAs mais voltadas para multimidia e entretenimento, sistemas tradicionais)

Mario Junior: Florianópolis é vista como o “futuro Vale do Silício da América do Sul”.
Digo “futuro” porque sabemos que o mercado local ainda é bem menor que Sao Paulo / Rio de Janeiro mas a demanda tem crescido. Floripa também é uma grande produtora de games, movimentou mais de 2 milhoes no ultimo ano, e isso também atrai outras empresas de desenvolvimento por causa de gestoes políticas/economicas implantadas na regiao.

Como 90% da cidade fica em uma Ilha (Ilha de Santa de Catarina), é proibida a instalação de grandes industrias com alto índice de poluição por questoes de meio ambiente. Sendo assim, o governo local incentiva a abertura de empresas de TI por meio dos Pólos Tecnológicos.

Nesse 1 ano e meio que moro aqui, percebi que muitas empresas estão usando Adobe Flex. A grande questão é que poucas ainda investem em especialização, levam o Flex como “adicional”. É normal achar vagas de emprego onde “recruta-se programadores Java. Desejável conhecer Adobe Flex”. Oras, se o Adobe Flex é de fato o principal fator de contratação, entao “Flex” não deveria ser “desejável”! Então, ainda não vi nenhuma empresa aqui que contrate desenvolvedores Flex especificamente, mas acredito que isso será uma questão de tempo. Como muitas empresas estão adotando Flex, posso citar que Adobe Flex está sendo usado para várias áreas desde aplicações “tradicionais” a aplicações mais “RIAs” mesmo como mostragem de dados, multimedia, EAD – ensino a distancia, etc.

Despedida:
Seu blog é o primeiro a anunciar (antes até do meu, q está fora do ar): É uma pena que estou de partida da Ilha. Nesse tempo que fiquei aqui também aprendi muito e tive o prazer de conhecer e trabalhar com pessoas altamente competentes no mundo de TI, desde desenvolvedores até mesmo gestores. Agora, estou indo para o Rio de Janeiro, se eu tiver sorte (e coragem) irei assistir um jogo do meu mengo no Maraca. Estou indo para colaborar – e também aprender – muito com o pessoal da DClick, ficando alocado no escritório do RJ.

Um forte abraço a todos, e valeu pela entrevista Ved.

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Entrevista com Erko Bridee

March 15th, 2010 Ved 4 comments

Erko Bridee de Almeida Cabrera
http://erkobridee.com/
http://gospel.erkobridee.com/
http://twitter.com/ErkoBridee
Currículo: http://netcarreiras.com/prof.html?uid=11410

Ved: Há quanto tempo vc desenvolve em Flex e como começou?
Erko: Bom o desenvolvimento com Flex foi um curso natural da evolução, desde 2004/2005 eu trabalho com RIA, AJAX, nessa época o Flex ainda ao que me lembro era pago o suit básico saía por U$ 2 mil, o que tinha na época era o OpenLaszlo que era opensource e gratuito, baseado a definição da interface em xml em arquivos .lzx e a codificação era em EMCA Script (sintaxe bem Javascript), então como já estava envolvido com RIA, estava de olho no Flex, então quando anunciaram que iriam liberar o desenvolvimento gratuito do Flex na versão 2, comecei a acompanhar, mas desenvolver algo comercial mesmo só fiz na versão 3, quando o SDK se tornou OpenSource + Gratuito, tive argumentos para convencer meus clientes a adotar.

Ved: Não é segredo para ninguém que vc trabalha na GVT, uma empresa de comunicações em franco crescimento. Como foi o processo de adoção do Flex na empresa? Eles já conheciam a tecnologia?
Erko: Na GVT eu trabalho em uma equipe ponta de lança, chamada Tecnologia e Crescimento de Software, onde fazemos avaliação de novas tecnologias e desenvolvimentos pontuais, no caso o pessoal da GVT já sabia previamente do meu conhecimento de Flex e RIA, então houve a oportunidade de criar algumas soluções em Flex, que serviram como base para argumentar em usar mais, uma delas foi um dashboard em Flex que nos possibilita ver as informações em tempo real da empresa, volume de vendas, produtos, desconexões, etc.

Algumas outras área de IT da GVT ja estão adotando Flex também devido a esses casos de uso de Flex onde visualizaram os benefícios.

Ved: Como você vê o crescimento da tecnologia na empresa em que trabalha nos próximos meses?
Erko: Quanto a perspectiva futura do Flex na GVT, atualmente estou envolvido com a área de marketing da GVT, desenvolvendo um novo projeto em Flex para os clientes finais da GVT, residenciais e empresariais, e este projeto é apenas o início de muitos outros potenciais que poderão vir, tendo em vista que atualmente a Vivendi (dona da Activision Blizzard >> World of Warcraft) já engatilhou 205 milhões de euros para investir na GVT, então perspectivas é o que não faltam, e ao meu ver, com relação as novas funcionalidades do Flex, creio que teremos novos projetos para os clientes finais da GVT usando Flex =]

Ved: Como vc costuma se atualizar?
Erko: Leitura + leitura, meu feeds do Google Reader é repleto de blogs da comunidade Flex, me atualizo por lá =]

Ved: Já começou a estudar o Flex4? Se sim, sentiu alguma dificuldade?
Erko: Ainda não comecei a estudar o Flex 4, para os projetos atuais na GVT estou usando apenas o 3, esperando sair o Flex Builder 4 release de produção para fazer algum projeto no Flex 4, também estou ancioso pelo Adobe AIR 2…

A GVT está para comprar um novo conjunto de licensas do Builder, tanto que eu to tentando enrolar ao máximo para comprar já a versão 4 =]

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Screencast, iniciantes: o que é o MXML

March 10th, 2010 Ved 25 comments

Iniciando com o Mate Framework

March 9th, 2010 Ved 15 comments

Este é o screencast que enviei como extra à gravação da minha palestra no Flex For Kids 2010.

Download: http://blip.tv/file/get/Vedovelli-IniciaoAoMateFramework393.flv