Iniciando com o Mate Framework
Este é o screencast que enviei como extra à gravação da minha palestra no Flex For Kids 2010.
Download: http://blip.tv/file/get/Vedovelli-IniciaoAoMateFramework393.flv
Este é o screencast que enviei como extra à gravação da minha palestra no Flex For Kids 2010.
Download: http://blip.tv/file/get/Vedovelli-IniciaoAoMateFramework393.flv
Stefan Horochovec
Engenheiro de Software
Adobe Community Manager – http://www.flexduck.org/
Blog: http://www.horochovec.com.br/
Twitter: http://twitter.com/horochovec
Ved: Em sua opinião, qual a importância de um framework MVC para Flex?
Stefan: A adoção de um framework no desenvolvimento da aplicação contribui bastante com a manutenção do projeto, com a qualidade do código fonte (padronização), e por possuir diversos facilitadores para a codificação, o desenvolvimento da aplicação se torna mais dinâmico, prático e intuitivo. É engraçado pensarmos em aplicar um framework MVC para a camada V da aplicação, mas acredito que em muitos casos essa adoção é uma boa prática.
Ved: Qual o seu framework preferido? Porque?
Stefan: Swiz. Fácil compreensão, leve, e possui grandes flexibilidades para o trabalho no dia-a-dia. Você consegue mudar o fluxo do processo que o framework trabalha para atender situações adversas, e isso é muito importante em um framework. O framework pode padronizar o desenvolvimento mas nunca engessar a aplicação.
Ved: O conceito de model, que está diretamente ligado ao banco de dados, me parece meio deslocado no Flex, que é a view em si. O que vc tem a dizer sobre isso?
Stefan: Conceitualmente o modelo armazena informações em suas propriedades, provendo ainda métodos para alteração e recuperação das informações (get() e set()).
Na minha visão, não devemos pensar apenas no model como um reflexo do banco de dados, e sim como essa camada que armazena as informações. Assim, qualquer objeto que tenha como objetivo guardar as informações, para uso apenas na View do Flex ou ainda para a serialização devem ser tratadas como View.
Hoje o que se vê na grande maioria dos tutoriais em Flex é o não encapsulamento das propriedades e a criação de classes com atributos públicos. O que vai contra os princípios da programação orientada a objetos.
Ved: Poderia nos passar algum exemplo prático?
Stefan: Bom, para mim, qualquer classe que armazene informações para a minha View e seja controlada com um Controller é um Model.
O que posso dar ainda como exemplo, é que no dia-a-dia do nosso trabalho, mantemos nomes de pacotes para objetos que refletem o nosso banco de dados e nomes de pacotes de objetos que existem apenas por algum intervalo de tempo na tela para tratarmos alguma situação específica da View. Assim, sabemos o que será armazenado no banco de dados e objetos que existem apenas para controlar algo em nossas views.
Ved: Como você enxerga o futuro do Flex no Brasil?
Stefan: Eu tenho trabalhado e estudado a Flash Plataform a muitos anos, e podemos sentir a cada nova release dos produtos da Adobe uma grande evolução.
A comunidade Flex no Brasil é fantástica, basta olharmos para as listas de discussão que possuímos (Flex-Brasil, AIR-Brasil e a Flex-Dev) e analisarmos a quantidade de participantes e a qualidade das discussões, simplesmente é fantástico. Sem contar que hoje contamos com 7 brasileiros na Adobe Community Professional, tivemos o ano passado a passagem do Lee pelo Brasil, o FlashCamp, a FlexMania e o Flex For Kids, ou seja, eventos de altíssimo nivel e ainda reconhecimento de brasileiros pela Adobe perante a comunidade internacional.
Novos softwares da Adobe para a Flash Plataform (Flash Builder, Flash Catalyst, Flash Player 10.1, AIR 2.0, Flex SDK 4 e Cairngorm 3.0), novos eventos de Flex para a comunidade estarem por dentro de todas as novidades (Flex for Kids e FlexMania). Aumento significativo de postagens nas listas de discussões e surgimento de novos blogs com material de apoio de alta qualidade.
Graças a todos esses fatores, eu acredito muito em uma adesão cada vez maior das empresas por Flex, e sabemos que muitas delas já deram ou estão dando primeiro passo. Sem contar as empresas que estão surgindo especializadas em RIAs com o Flex como a camada de visão. Acredito que o Brasil está no caminho para se firmar cada vez mais como um centro de desenvolvimento de soluções RIA. Mão de obra com qualidade e criatividade não falta.
Stefan: Obrigado pela oportunidade Mr Ved. Um grande abraço para você e sucesso a Ria Labs.
Ved: Eu é que agradeço! Excelentes respostas.
Na próxima semana, a entrevista será com Erko Bridee.
A questão me foi enviada por e-mail e achei que valia um screencast para responder.
Problema:
Criei um combobox com as seguintes propriedades: id, dataProvider e labelField. (Trazendo do banco registros cadastrados anteriormente.)
Ex: Nome de usuário. OK!Agora gostaria de gravar essa informação em outra tabela, mas não pelo seu nome e sim pelo seu ID.
Eduardo
Está dividido em três partes.
Este tem até video de introdução! Olha que chique!
Hoje recebi a seguinte mensagem por DM no Twitter:
Graças a seus Screencasts e seu entusiasmo com o Adobe Flex, que me fizeram acreditar na ideia da RIA, acabei de conseguir um bom trampo! GUINESSS!
Foi a segunda vez este ano que recebi uma mensagem deste tipo e quero deixar registrado que não dá para medir a minha felicidade ao ler algo assim.
Tenho reparado que muita gente nova tem aparecido na comunidade Flex, seja pelos e-mails que recebo com dúvidas, seja pela quantidade de visitas ao meu blog. Mesmo com o blog bem parado, a visitação no pára de crescer, o que no meu entendimento é um forte indicador da procura pela tecnologia, tendo em vista que Flex é o assunto printicipal por aqui.
Assim sendo, gravei um curto screencast para sanar uma dúvida muito comum a quem está começando: como fazer o deploy da aplicação no servidor. A questão é bem simples: a maioria das pessoas se esquece de mudar o caminho para o gateway, que vai para o servidor apontando para http://localhost. A manha é que a modificação para o gateway localizado no servidor precisa ser feita ANTES de gerar o release build, pois mesmo que vc esteja utilizando o services-config.xml, ele (ou suas informações) são adicionados ao SWF gerado. Assim, não adianta modificar a URL sem gerar o release.
Segue o video.
Eu passei a bola para o Ebercom, que prestativamente escreveu muito bem sobre sua experiência. Este, por sua vez, passou a bola para o Carlos Eduardo, da E-genial que escreveu uma experiência enriquecedora para qualquer um que deseje iniciar sua própria empresa.
Vale a pena conferir ambos!
Decidi colocar no blog. Acredito piamente neste gráfico! E tinha que vir dos Simpsons: que desenho fantástico!