A Valemobi, empresa que atua em desenvolvimento de softwares para o mercado financeiro, contrata profissional com o seguinte perfil:
É essencial: - Experiência com Actionscript 3 - Experiência com Flex 3 - Inglês técnico para leitura - Padrões de projeto - Nível avançado de programação (hardcore!)
São diferenciais - Experiência com Flex 4 - Experiência com Coldfusion - Experiência com Subversion - Experiência com sistema operacional UNIX-like
Condições: - A vaga não é temporária, é efetiva, para compor nossa equipe (São Paulo, Zona Oeste) - Forma de contratação: CLT ou PJ - Outros diferencias que serão discutidos durante a entrevista
Apenas envie seu CV se você cumpre PLENAMENTE todos os requisitos essenciais
E aos que não tiveram suas perguntas respondidas durante a palestra, por favor, vamos debater por comentários.
Um abraço e obrigado por ter assistido!
O Pub onde estarei comemorando o aniversário é o O’Malley’s (www.omalleysbar.net). Hoje, 08/07/1974 a partir das 20h. Procure o gordinho com camiseta da Holanda! =D
@osmarWeb perguntou no Twitter: @vedovellio que você acha do Sencha, é um bom competidor para o Flex?
Antes que eu possa responder, é recomendado que se leia um post sério que explica bem quem é quem nesse novo buzz chamado “HTML5″ (muita gente fala sem saber e acaba aumentando a história). A HTML5 Primer for the Overwhelmed.
Minha resposta é: definitamente sim. O Sencha é um concorrente direto do Flex, sendo até mais completo em muitos aspectos.
No primeiro semestre de 2007, quando eu procurava uma boa solução para minhas interfaces em AJAX, por sugestão de uma amiga me deparei com a YUI-EXT, uma suite de componentes cutting edge que era construída em cima da biblioteca YUI, do Yahoo!. Na época encontrei muita dificuldade em aprender a utiliza-la, pois meus skills em OOP eram menos do que escassos e, por se tratar de uma iniciativa independente de Jack Slocum, a YUI-EXT não possuia muitos exemplos de uso, sendo sua documentação muito técnica.
Nesta mesma época, conheci o Flex e fiquei encantado com o universo que o cercava: resultado visual excelente, uma excelente IDE (Flex Builder, na época), facilidade de uso, farta documentação e comunidade vibrante. Não precisei de pensar duas vezes antes de esquecer completamente a YUI-EXT para adotar (e adorar) o Flex.
O resto da minha história com o Flex todos estão carecas de saber.
O tempo passou, outras bibliotecas JavaScript surgiram no mercado (JQuery, MooTools, Scriptaculous entre outras), tendo progredido em qualidade rapidamente. Mas enquanto as novas bibliotecas seguiam a linha de ferramentas utilitárias, a YUI-EXT cresceu como uma suite de componentes para interface de usuário (o que é o Flex), tendo se desvencilhado da dependência da YUI e passando a funcionar também sobre a JQuery. Por volta desta época, mudou seu nome para EXTJS. Sua adoção por grandes empresas foi maciça e atualmente a biblioteca (ou seria um framework?) é completamente independente, tendo o seu próprio core (não depende mais nem de YUI, nem de JQuery).
Apesar de tanta qualidade visual e quantidade de componentes de UI, seu licenciamento confuso e a falta de uma IDE me deixaram distante até o anúncio feito essa semana: nova mudança de nome, com a agregação à suite de duas novas bibliotecas: JQTouch e Raphaël. A primeira delas, como apenas um plugin para JQuery, já vinha fazendo nossa alegria na RIA Labs, onde a utilizamos para desenvolver a versão para iPhone do website de nosso cliente americano. A segunda eu não conhecia até então, mas ficamos encantados com o que ela oferece em termos de base para criação de componentes de data visualization.
Voltando ao Flex, o que ele tem de mais forte são os componentes de data visualization, como iLog Elixir e o FusionCharts., além dos próprios charts que o Flex oferece de forma nativa. É o que chama mais atenção e que tem mais utilidade no mercado corporativo (que é onde está o dinheiro). Faltava aos aspirantes a concorrente do Flex algo deste nível e essa lacuna ainda não foi preenchida, mas com a criação do Sencha, creio que em breve o Flex terá um forte concorrente. Explico porque.
Não é novidade para ninguém a briga de foice entre Apple e Adobe acerca do Flash Player em seus mais populares dispositivos: iPhone e iPad, que não possuem suporte à tecnologia. Mesmo a Adobe tendo se voltado para o Android, que é o OS concorrende direto do iOS da Apple, é fato que não se pode ignorar o poder de penetração no mercado dos produtos Apple. E se o Flash Player está presente na grande maioria dos devices do mundo, os webstandards estão presentes em todos e nisso o Sencha já sai na frente, pois trabalha apenas com HTML/CSS/Javascript, a trinca webstandard.
Neste momento (junho de 2010), a adoção de uma tecnologia ou outra é apenas uma questão de preferência do desenvolvedor ou exigência do cliente e sequer penso em preferir Sencha em detrimento do Flex. Mas chegará um tempo em que um sistema deverá rodar em qualquer device e então, quem estiver mais preparado crescerá mais, seja tecnologia, seja desenvolvedor.
Em tempo: mesmo antes da mudança de nome, a EXTJs já possuia uma IDE, que apesar de parecer muito boa (vi apenas o screencast de apresentação), não chega perto do Flash Builder.
Tudo isso muito bonito, concorrência é bom para todos. Mas por enquanto, vale apenas para o mundo mobile. Veja abaixo porque.
Outro bom exemplo. Neste video são demonstradas as novas features para formulários, porém, preste atenção que o locutor fala quais os browsers já suportam essas features. Bem… nada bom, concordam?
Uma situação curiosa – eu já disse para quem quiser ouvir que não desenvolvo websites. Bem, meia-verdade seja dita: isso é quase verdade! O fato é que webstandards evoluiu magicamente nos últimos 3 anos e como Javascript é o primo hippie do Actionscript, nunca fiquei (ou ficamos, RIA Labs, lembra?) distante dele. A biblioteca que observamos e que sempre se manteve em evidência e que continua a crescer é a JQuery, mestre em simplicidade e facilidade de uso.
Bem, ultimamente nos tem aparecido alguns pequenos e prazeirosos jobs em HTML/CSS/Javascript, que estamos absorvendo com avidez.
O caso curioso – essa semana me ligou um moço precisando ler um XML que é atualizado a cada X minutos. Ele é designer e quer permanecer assim. A info deveria aparecer na home do site. “-Claro que podemos fazer” disse eu. Como já se tornou padrão, debati a necessidade com o meu-braço-direito-anjo-da-guarda-straight-edge-consciencia e chegamos a conclusão que só com o uso da JQuery resolveríamos a questão, sem a necessidade de mexer com PHP e assim foi feito.
Ontem recebi o moço aqui na RIA Labs para ele receber instruções e eu receber o pagamento. Duas coisas foram sensacionais:
Ele, apesar de já acompanhar meu blog, procurou no Google algo como “ler um XML” e encontrou um post meu, bem antigo. Decidiu então me ligar
Durante a negociação, eu passei um valor e ele me veio com uma contra-proposta do cliente dele, à qual foi AUTOMATICAMENTE recusada. Isso, ao contrário do que muitos esperariam, aumentou minha nota com o cara, que enxergou na atitude algo como “O cara é profissa: sabe quanto vale seu trabalho”. PORRA: claro que sei!!! E quero que isso seja respeitado! Se existe uma missão em minha vida, é essa:“Meu trabalho é bom e deve ser pago de acordo. Eu tenho que justificar meu preço… então, por favor justifique seu pedido de desconto, sob pena de parecer ridículo!”
É uma pena que algumas cópias que tenho em minha estante estejam, bem…. na minha estante. Assim, decidi passar adiante para que quem os receber tenha tanto benefício com sua leitura quanto eu tive.
Para participar basta escrever um post, gravar um screencast, um review de alguma tecnologia ou até mesmo escrever de forma bem embasada sua opinião sobre algum assunto da atualidade (Apple X Adobe?). É preciso ser relacionado à RIA (Flex, Flash, blbliotecas javascript, Rails, PHP e frameworks… etc). Após publicar, deixe o link como comentário aqui no post e em 15 dias sortearei, randomicamente, os dois livros. A única regra é que o material tem que ser bom. Só assim para ter o link inserido no sorteio.